quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
resumo do filme escritores da liberdade
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
canção
Estudo Errado
Gabriel Pensador
Composição: Gabriel, O Pensador
Estudo Errado - Gabriel O Pensador
Eu tô aqui Pra quê?
Será que é pra aprender?
Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?
Tô tentando passar de ano pro meu pai não me bater
Sem recreio de saco cheio porque eu não fiz o dever
A professora já tá de marcação porque sempre me pega
Disfarçando, espiando, colando toda prova dos colegas
E ela esfrega na minha cara um zero bem redondo
E quando chega o boletim lá em casa eu me escondo
Eu quero jogar botão, vídeo-game, bola de gude
Mas meus pais só querem que eu "vá pra aula!" e "estude!"
Então dessa vez eu vou estudar até decorar cumpádi
Pra me dar bem e minha mãe deixar ficar acordado até mais tarde
Ou quem sabe aumentar minha mesada
Pra eu comprar mais revistinha (do Cascão?)
Não. De mulher pelada
A diversão é limitada e o meu pai não tem tempo pra nada
E a entrada no cinema é censurada (vai pra casa pirralhada!)
A rua é perigosa então eu vejo televisão
(Tá lá mais um corpo estendido no chão)
Na hora do jornal eu desligo porque eu nem sei nem o que é inflação
- Ué não te ensinaram?
- Não. A maioria das matérias que eles dão eu acho inútil
Em vão, pouco interessantes, eu fico pu..
Tô cansado de estudar, de madrugar, que sacrilégio
(Vai pro colégio!!)
Então eu fui relendo tudo até a prova começar
Voltei louco pra contar:
Manhê! Tirei um dez na prova
Me dei bem tirei um cem e eu quero ver quem me reprova
Decorei toda lição
Não errei nenhuma questão
Não aprendi nada de bom
Mas tirei dez (boa filhão!)
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci
Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi
Decoreba: esse é o método de ensino
Eles me tratam como ameba e assim eu não raciocino
Não aprendo as causas e conseqüências só decoro os fatos
Desse jeito até história fica chato
Mas os velhos me disseram que o "porque" é o segredo
Então quando eu num entendo nada, eu levanto o dedo
Porque eu quero usar a mente pra ficar inteligente
Eu sei que ainda não sou gente grande, mas eu já sou gente
E sei que o estudo é uma coisa boa
O problema é que sem motivação a gente enjoa
O sistema bota um monte de abobrinha no programa
Mas pra aprender a ser um ingonorante (...)
Ah, um ignorante, por mim eu nem saía da minha cama (Ah, deixa eu dormir)
Eu gosto dos professores e eu preciso de um mestre
Mas eu prefiro que eles me ensinem alguma coisa que preste
- O que é corrupção? Pra que serve um deputado?
Não me diga que o Brasil foi descoberto por acaso!
Ou que a minhoca é hermafrodita
Ou sobre a tênia solitária.
Não me faça decorar as capitanias hereditárias!! (...)
Vamos fugir dessa jaula!
"Hoje eu tô feliz" (matou o presidente?)
Não. A aula
Matei a aula porque num dava
Eu não agüentava mais
E fui escutar o Pensador escondido dos meus pais
Mas se eles fossem da minha idade eles entenderiam
(Esse num é o valor que um aluno merecia!)
Íííh... Sujô (Hein?)
O inspetor!
(Acabou a farra, já pra sala do coordenador!)
Achei que ia ser suspenso mas era só pra conversar
E me disseram que a escola era meu segundo lar
E é verdade, eu aprendo muita coisa realmente
Faço amigos, conheço gente, mas não quero estudar pra sempre!
Então eu vou passar de ano
Não tenho outra saída
Mas o ideal é que a escola me prepare pra vida
Discutindo e ensinando os problemas atuais
E não me dando as mesmas aulas que eles deram pros meus pais
Com matérias das quais eles não lembram mais nada
E quando eu tiro dez é sempre a mesma palhaçada
Refrão
Encarem as crianças com mais seriedade
Pois na escola é onde formamos nossa personalidade
Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a indiferença são sócios
Quem devia lucrar só é prejudicado
Assim vocês vão criar uma geração de revoltados
Tá tudo errado e eu já tou de saco cheio
Agora me dá minha bola e deixa eu ir embora pro recreio...
Juquinha você tá falando demais assim eu vou ter que lhe deixar sem recreio!
Mas é só a verdade professora!
Eu sei, mas colabora se não eu perco o meu emprego.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Fabula da convivencia
foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, ajuntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
e todos juntos, bem unidos, aquciam-se mutuamente naquele inverno tenebroso.
Porém, vida ingrata, espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
E afastaram-se feridos, magoados e sofridos.
Dispersaram-se, por não suportarem por mais tempo os espinhos de seus semelhantes.
Doiam muito...
Mas essa não foi a melhor solução.
Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.
Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com preocupações, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim, suportaram-se resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram!
Autor Desconhecido
Fábula as três peneiras
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a Verdade. O que você quer contar dos outros é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer por aí mesmo. Suponhamos que seja verdade. deve então passar pela segunda peneira: A Bondade.
O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: A Necessidade.
Convém contar? resolve alguma coisa? ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
E, arremata Sócrates: - Se passar pelas três peneiras, conte! tanto eu, você e seu irmão nos beneficiaremos.
Caso contrário, esqueça e enterre tudo.
Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas de planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.
(Extraído do jornal Origanum - ano V - número 32)
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
evolução da criança do sec XVII aos dias atuais
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
pequena reflexão sobre a estrutura educacional do passado com o momento atual do brasil
terça-feira, 28 de outubro de 2008
frase
“O que faz a diferença entre um bom professor e um excelente professor não está apenas nos cursos feitos, não aparece nas teses defendidas nem nas pesquisas realizadas. Independentemente dos anos de profissão. É a paixão pelo lecionar, por estar ali todos os dias. É algo que contagia os estudantes e que não pode ser fingido.”
Julio Clebsch
terça-feira, 21 de outubro de 2008
frase
Augusto Cury
frase
Silvio Carlos Figueira Neto
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Porque estudar história da educação?
domingo, 12 de outubro de 2008
pensamentos
Revolta-me saber que dos cinco milhões que estão na escola, apenas 450.000 conseguem chegar a 4 série, todos os demais ficando frustrados mentalmente e incapacitados para se integrarem em uma civilização industrial e alcançarem um padrão de vida de simples decência humana.
Choca-me ver o desbarato dos recursos públicos para a educação, dispensados em subverções de toda natureza a atividades educacionais, sem nexo nem ordem, puramente paternalistas ou francamente eleitoreiras".
Anísio Teixeira
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
história da preguiça
História da preguiça
Esta é um historia sobre quatro pessoas: Todo mundo, Alguém, Qualquer um e Ninguém.
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo mundo tinha certeza de que Alguém o faria. Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez. Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo mundo.
Todo mundo pensou que Qualquer um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.
Ao final Todo mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que qualquer um poderia ter feito.
(historia popular autor desconhecido).
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
resumo do livro: super dicas para falar bem
1. Saiba contar histórias: histórias interessantes e bem curtinhas
2. Acabe com o né
3. Acabe com o ããã
4. Fale com envolvimento
5. Demonstre conhecimento
6. Use a roupa certa
7. Pronuncie bem as palavras
8. Planeje bem suas apresentações: a apresentação é planejada em quatro etapas ( introdução é o momento que você deverá conquistar a simpatia, a torcida dos ouvintes . Preparação irá revelar qual o assunto a ser desenvolvido e qual o problema a ser selecionado. Desenvolvimento irá desenvolver o assunto que foi proposto e refutará as possiveis objeções do público. Conclusão você fará uma recapitulação da essencia da mensagem e levará os ouvintes a reflexão).
9. Prepare primeira fala: saiba exatamente o que vai falar no início quase palavra por palavra
10. Esclareça qual é o assunto: fale sem rodeios
11. Ajude os ouvintes a entender a mensagem
12. Leve sempre um roteiro escrito ou um resumo de tópicos
13. Se deu branco não fique desesperado, ao perceber tente se lembrar da informação, se não conseguir repita a ultima frase que pronunciou e se não funcionar use "na verdade o que eu quero dizer é....."
14. Tente se acalmar, tenha uma postura firme
15. Organize as apresentações em partes, blocos destacando o que for mais relevante
16. Tenha postura corporal ( olhares, gestos, expressões faciais e movimentos corporais)
17. Use recursos audiovisuais: para destacar informações inportantes e facilitar o acompanhamento do raciocinio
18. Reserve o vocabulário tecnico para os iguais
19. capriche no encerramento: levante uma citação, apele para a ação, elogiar honestamente os ouvintes.
Referencias bibliograficas:
POLITO,Reinaldo. superdicas para falar bem: em conversas e apresentações. São Paulo:Saraiva,2005.
E uma última dica: treine as apresentações
